Sinto que meu tempo terminou.
Primavera de flôr adormecida
Qualquer coisa que não volta,
que voou... que foi um triunfar.
VIDA. Instantes diminh'alma.
Levo em mim guardado
no choro de uma balada.
Recordações do passado
ah saudade... daqui...
No momento da partida
segredos desta cidade
levo comigo só saudade.
No momento da partida
segredos desta cidade
levo comigo p'ra vida
Sabes que o adeus
é fogo que queima devagar
...lento cerrar dos olhos,
fica esperança de um dia voltar.
Levo em mim guardado
alegrias na balada...amigos,
recordações deste passado
saudade no momento da partida
segredos... puras amizades.
Levo comigo p'ra vida; saudade
neste momento da partida
saudade desta cidade
Levo comigo p'ra vida.
LEMBRANÇASminhas.
SAUDADES de cada instante.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
TEMPESTADE.
Dia de chuva é tão belo...tão calma é a chuva mas a ventania arraza...
raios e trovões que esplalham no ar; d'água são as gotinhas das nuvens
chuva chuva um sussurrar que de si mesmo se esquece ... chove... chove aqui e no longínquo indistintamente, igual um grande desejo
Chove. E, em mim sinto lagrimas.
raios e trovões que esplalham no ar; d'água são as gotinhas das nuvens
chuva chuva um sussurrar que de si mesmo se esquece ... chove... chove aqui e no longínquo indistintamente, igual um grande desejo
Chove. E, em mim sinto lagrimas.
sábado, 27 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Migrante.
Aventureiro...
A mala tá pronta...embarque...... A viagem antecipa nossas mudanças e dá côr às nossas vitórias. Encontro, dos fragmentos de imaginários urbanos, colocados em malas; ...todas iguais e diferentes;por dentro e por fora, ...vindas de todos os cantos para nossa imaginação.
Malas que se abrem cheias de surpresas, por exemplo: cartolas de mágico, arreios, castanholas.Outras devem permanecer fechadas, guardando mistérios, provocando a imaginação com sugestões simbólicas que se sobrepõem como mapa de tesouro perdido.Também pode ser croqui de um território minado, cujas bombas podem explodir a qualquer momento na nossa memória afetiva.
Tem malas que se transmutam em objetos líricos de uma inutilidades deliciosa. Até malas que se casam para edificar uma capela e guardar a canção que fala da ida... da volta...Outras há que se transformam em um banco.Convite para olhar a praça e seus habitantes.
Malas que se abrem como uma sanfona xonada soando luminosidades surpreendentes, que contam histórias de gente que chega e que vai; vai carregando tesouros, vestidos de noiva, trouxas, panelas, fraldas, martelos e enxadas...todo tipo de semente. Gente com uma semente plantada no ventre... e muito desejo de ser feliz.
Tem malas que trazem um mundo de brinquedo de montar de tanto amor de tanto desejo de recriar seu sonho. Em compensação tem aquelas malas, que não podem se conter, que não abrem os braços de tanto medo de perder seu pequeno mundo.
Mas há também malas que são elas próprias a viagem. Incite seu olhar a navegar na circulação gráfica dos desenhos. Na sua pele.Lembranças pedindo passagem no coração de cada um... É só olhar ... e olhar... e olhar... e ver-se. Embarcar nessa viagem...A mala já tá pronta.
O olho ajusta o foco; inventa o cenário, filtra a realidade do imaginário e a mão exercita a expressão, os materiais respondem contornando possíveis revelações da viagem plena, contrastes que seduzem e ferem muito fundo deixando tatuagens na alma. O olhar. Vê, faça a mala para a sua viagem. Solte a imaginação pegue essa mala. Catê sua mala... coloque-se nas imagens da viagem. O imaginário é o lugar doencontro, da identidade. Celebremos nossa viagem. Tim-tim.
A mala tá pronta...embarque...... A viagem antecipa nossas mudanças e dá côr às nossas vitórias. Encontro, dos fragmentos de imaginários urbanos, colocados em malas; ...todas iguais e diferentes;por dentro e por fora, ...vindas de todos os cantos para nossa imaginação.
Malas que se abrem cheias de surpresas, por exemplo: cartolas de mágico, arreios, castanholas.Outras devem permanecer fechadas, guardando mistérios, provocando a imaginação com sugestões simbólicas que se sobrepõem como mapa de tesouro perdido.Também pode ser croqui de um território minado, cujas bombas podem explodir a qualquer momento na nossa memória afetiva.
Tem malas que se transmutam em objetos líricos de uma inutilidades deliciosa. Até malas que se casam para edificar uma capela e guardar a canção que fala da ida... da volta...Outras há que se transformam em um banco.Convite para olhar a praça e seus habitantes.
Malas que se abrem como uma sanfona xonada soando luminosidades surpreendentes, que contam histórias de gente que chega e que vai; vai carregando tesouros, vestidos de noiva, trouxas, panelas, fraldas, martelos e enxadas...todo tipo de semente. Gente com uma semente plantada no ventre... e muito desejo de ser feliz.
Tem malas que trazem um mundo de brinquedo de montar de tanto amor de tanto desejo de recriar seu sonho. Em compensação tem aquelas malas, que não podem se conter, que não abrem os braços de tanto medo de perder seu pequeno mundo.
Mas há também malas que são elas próprias a viagem. Incite seu olhar a navegar na circulação gráfica dos desenhos. Na sua pele.Lembranças pedindo passagem no coração de cada um... É só olhar ... e olhar... e olhar... e ver-se. Embarcar nessa viagem...A mala já tá pronta.
O olho ajusta o foco; inventa o cenário, filtra a realidade do imaginário e a mão exercita a expressão, os materiais respondem contornando possíveis revelações da viagem plena, contrastes que seduzem e ferem muito fundo deixando tatuagens na alma. O olhar. Vê, faça a mala para a sua viagem. Solte a imaginação pegue essa mala. Catê sua mala... coloque-se nas imagens da viagem. O imaginário é o lugar doencontro, da identidade. Celebremos nossa viagem. Tim-tim.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Aprendiz deFEITICEIRO
Aprendiz De Feiticeiro
Aprendiz de feiticeiro
Aprendiz de feiticeiro
Aprendi quando criança que além de tudo balança
nesse nosso mundo cão.
Aprendi que quem não dança, já dançou na sua infância
Senão rock foi baião.
Aprendi da importância: de não dar muita importância
DE NÃO DAR IMPORTÂNCIA.
só ficar com os meus pés no chão.
Aprendi que viver cansa, mesmo vivendo na França
mesmo indo de avião.
Aprendi que a desavença, é por que sempre alguém pensa
que ninguém mais tem razão.
Aprendi que tudo passa, tomando chá ou cachaça
tomando champanhe ou não.
Aprendi que a descrença, a desconfiança e a doença
São partes da maldição.
Aprendi que a ignorância, a sordidez e a ganância
são lavas desse vulcão.
Aprendi que essa fumaça a minha janela embaça
por fora, por dentro, não.
Aprendi que tudo passa...e,
que São Paulo é meu sertão.
Aprendiz de feiticeiro
Aprendiz de feiticeiro
Aprendi quando criança que além de tudo balança
nesse nosso mundo cão.
Aprendi que quem não dança, já dançou na sua infância
Senão rock foi baião.
Aprendi da importância: de não dar muita importância
DE NÃO DAR IMPORTÂNCIA.
só ficar com os meus pés no chão.
Aprendi que viver cansa, mesmo vivendo na França
mesmo indo de avião.
Aprendi que a desavença, é por que sempre alguém pensa
que ninguém mais tem razão.
Aprendi que tudo passa, tomando chá ou cachaça
tomando champanhe ou não.
Aprendi que a descrença, a desconfiança e a doença
São partes da maldição.
Aprendi que a ignorância, a sordidez e a ganância
são lavas desse vulcão.
Aprendi que essa fumaça a minha janela embaça
por fora, por dentro, não.
Aprendi que tudo passa...e,
que São Paulo é meu sertão.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Hoje.
Ah! A angústia!
Angústia... desespero
Grito...num último grito austero
Meu coração está a sangrar!
Falo...as palavras são desconexas.
Sofro, e sou eu.
Ah! quero arrancar música... poesia
...segredos da dôr...
Grito eu.
Calada.
Ah! Fúria...a dôr ...quero, quero gritar,
Lágrimas...gôtas de minh'alma.
Alcance maior que do silêncio.
Grito desespero-me tão tão calada...
Angustia.Silencio.Calada...Meu grito...
Só...só dentro de meu coração
Angústia... desespero
Grito...num último grito austero
Meu coração está a sangrar!
Falo...as palavras são desconexas.
Sofro, e sou eu.
Ah! quero arrancar música... poesia
...segredos da dôr...
Grito eu.
Calada.
Ah! Fúria...a dôr ...quero, quero gritar,
Lágrimas...gôtas de minh'alma.
Alcance maior que do silêncio.
Grito desespero-me tão tão calada...
Angustia.Silencio.Calada...Meu grito...
Só...só dentro de meu coração
terça-feira, 2 de novembro de 2010
ÚNICA.
Seja inocente igual uma criança, cheirosa igual uma flor; quente igual ao sol, e, única onde estiveres.
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RAUL
RAUL




